segunda-feira, 22 de julho de 2013

26 Livros banidos por razões surpreendentes



O Dicionário - Banido das bibliotecas da Califórnia por conter palavras de cariz sexual.

Evangelho Segundo Jesus Cristo, de José Saramago - Livro proibido pela Igreja Católica por ser considerado um atentado à moral cristã.


As Aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain - Livro banido de diversas bibliotecas devido ao protagonista dotado de uma moral questionável.

As Aventuras de Hucklberry Finn, de Mark Twain - Banido pelas mesmas razões que o livro anterior.

As Vinhas da Ira, de John Steinbeck - Banido em diversas zonas por conteúdo considerado indecente.

O Diário de Anne Frank, de Anne Frank - Quando o pai de Anne Frank, Otto Frank, divulgou o conteúdo do diário na integra, foi realizado uma nova edição, mais completa. Esta edição continha referências a sexualidade e homossecualida, o que a levou a ser banida em diversas escolas, sendo apenas aceite a anterior.

Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll -  Probido na China por atribuir aos animais qualidades humanas, representando-os ao mesmo nível.

Ponte para Terabithia, de Katherine Patterson - Escolas da Pensilvânia baniram este por linguagem ofensiva. Esta queixa resulta na utilização do nome de Deus pelo protagonista em diversas ocasiões, o que é considerado blasfémia.

Fahrenheit 451, de Ray Bradury - Livro proibido em diversas escolas dos Estados Unidos por blasfémia, incentivo à violência e ao consumo de drogas.

O Apelo da Selva, Jack London - Romance banido na Itália devido às ideais socialistas do autor.

Ulisses, de James Joyce - Obra onsiderada obscena pela New York Society for the Suppression of Vice.

Tarzan, de Edgar Rice Burroughs - Tarzana, província da CAlifórina, baniu este livro por Jane a Tarzan morarem juntos sem serem casados.

Os Jogos da Fome, de Suzanne Collins - Banido em diversas bibliotecas dos EUA por ser acusado de transmitir violência, ideais anti-família, insensibilidade e linguagem ofensiva.

Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley - Proibido em diversas bibliotecas dos EUA por se ter concluído que incentivava ao sexo promíscuo.

Matadouro 5, de Kurt Vonnegut - Banido de muitas escolas dos Estados Unidos devido às descrições da Segunda Guerra Mundial. Várias exemplares deste livro foram mesmo queimados à frente de alunos.

Charlie e a Fábrica de Chocolate, de Roald Dahl - Livro banido de bibliotecas do Colorado por transmitir uma "filosofia de vida pobre".

Série Onde Está o Wally, de Martin Hanford - Livro banido por queixas de leituras que afirmavam encontrar nas multidões personagens em situações constrangedoras.

O Capuchinho Vermelho, de Charles Perrault - Conto popular proibido em diversos estados da América por a personagens principal, uma criança, ter a tarefa de levar uma garrafa de vinho à avó.

Por Favor Não Matem a Cotovia, de Harper Lee - Livro não aceite por algumas autoridades devido aos valores transmitidos e à linguagem utilizada.

Série Harry Potter, de J. K. Rowling - As escolas Católicas baniram estes livros pelas ligações á feitiçaria e bruxaria.

Versos Satânicos, de Salman Rudshdie - Banido na Índia por insultar o Islamismo.

1984, de George Orwell - Banido dos Estados Unidos por ser considerado pró-comunismo e proibido na Rússia por ser visto anti-regime.

Lolita, de Vladimir Nabokov - Foi considerado obsceno na França, Inglaterra, Nova Zelândia e Argentina.

As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky - Banido de diversas bibliotecas dos EUA por tratar abertamente de assuntos como a sexualidade e o consumo de drogas.

Crepúsculo, de Stephenie Meyer - Livro proibido em bibliotecas dos EUA por tratar de assuntos sobrenaturais e apelas ao sexo.

A Cabana do Pai Tomás, de Harriet Beecher Stowe - Banido de diversas escolas dos EUA por utilizar a por diversas ocasiões a palavra "nigger".

3 comentários:

Edgar Duarte disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anónimo disse...

E nestes momentos em que me apercebo que a sociedade onde vivemos e cada vez pior... E a opressão cada vez pior...

Cláudia disse...

Eu acho curioso ser quase tudo nos EUA, a suposta terra da liberdade