terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Opinião: Gravar as Marcas

Título Original: Carve the Mark (2016)
Autor: Veronica Roth
Tradução: Ana Filipa Velosa
ISBN: 97898491391111
Editora: HarperCollins (2017)

Sinopse: 

CYRA é a irmã do tirano cruel que governa o povo de Shotet. O dom-corrente de Cyra confere-lhe dor e poder, que o irmão explora, usando-a para torturar os seus inimigos. Mas Cyra é muito mais do que uma arma nas mãos do irmão; é resistente, veloz e mais inteligente do que ele pensa.
AKOS é filho de um agricultor e do oráculo de Thuvhe, a nação-planeta mais gelada. Protegido por um dom-corrente invulgar, Akos possui um espírito generoso e a lealdade que dedica à família é infinita. Após a captura de Akos e do irmão, por soldados Shotet inimigos, Akos tenta desesperadamente libertar o irmão, com vida, custe o que custar. Então, Akos é empurrado para o mundo de Cyra, onde a inimizade entre ambas as nações e famílias aparenta ser incontornável. Ajudar-se-ão mutuamente a sobreviver ou optarão por se destruir um ao outro?
Da autoria de Veronica Roth, Gravar as Marcas é um retrato deslumbrante do poder da amizade e do amor, numa galáxia repleta de dons inusitados.

Opinião:

Fiquei muito entusiasmada quando soube que Veronica Roth ia lançar uma nova aventura. Depois de ter ficado bem impressionada com a trilogia "Divergente", queria saber em que sentido a autora ia evoluir e que novas histórias iria partilhar com os leitores. Foi então com algumas expectativas que comecei a leitura de Gravar as Marcas. Contudo, logo ao início, percebi que este livro não me iria deixar tão encantada quanto Divergente.

Tive alguma dificuldade em entrar na história. O mundo que nos é apresentado não é imediatamente compreendido, pois carece de algumas explicações. Curiosamente, é dado destaque a algumas informações que acabam por não serem relevantes para a continuidade da trama. A problemática da trama não é logo apresentada, sendo que, numa fase inicial, não se percebe muito bem qual é o objectivo da história.

Com o avançar da narrativa, começam então a surgir os obstáculos a serem ultrapassados pelos protagonistas e tudo, aos poucos e poucos, começa a fazer sentido. Surge então um governante tirano, uma dupla improvável que se une por uma causa comum e ainda um movimento rebelde. Estas ideias são boas, mas a forma como foram exploradas não foi tão entusiasmante quanto eu teria desejado. Foram poucos os momentos que realmente me agarraram ao livro.

Este nova realidade criada por Veronica Roth tem grandes possibilidades, mas acaba por não conquistar. Para começar, os povos e diferentes culturas parecem demasiado padronizados e não surpreendem. Além disso, muitas vezes esquecia-me que a ação estava a decorrer dentro de uma nave ou num planeta novo, talvez por falta de menção ou por tudo parecer igual.

Cyra e Akos são os protagonistas desta aventura. Em capítulos alternados, eles contam o seu ponto de vista da história, o que é interessante, já que eles pertencem a realidades distintas e têm personalidades e metas diferentes. Os dois também são dotados de dons únicos, o que os torna especiais. Confesso que Cyra foi a personagem que mais cativou a minha atenção, mas tal pode ter acontecido devido aos seus poderes, que se tornavam mais apelativos. Afinal, tanto Cyra como Akos falharam em criar empatia, talvez porque as personalidades que lhes foram concedidas precisavam de maior aprofundamento. Estas duas figuras não conseguem marcar.

Confesso que alguns aspectos da linguagem tornaram-se incómodos. Penso que tal não se deve à autora, pois já conheço o seu estilo de escrita da série "Divergente" e nunca tive razões para apontar isto, mas sim devido à falta de um trabalho de revisão mais atento. Existem várias frases que não fazem grande sentido, sendo que só depois de as lermos várias vezes percebemos que há uma qualquer falha que poderá ter acontecido durante o processo de tradução e não foi detectada. Isto tornou-se aborrecido, pois prejudicou a leitura.

Gravar as Marcas conseguiu entreter, mas ficou muito aquém das expectativas. A acção é demorada, não consegue prender. As personagens são desinteressantes e pouco profundas. As relações são previsíveis e pouco entusiasmantes. O vilão precisava de transmitir maior perigo e ter um propósito mais credível. Existem alguns pontos que chamam a atenção e marcam pela diferença, mas não foram bem explorados. Ainda assim, espero ler o segundo e último livro desta saga para perceber qual é o objectivo final da autora.

Outras opiniões a livrosde Veronica Roth:
Divergente (Divergente #1)
Insurgente (Divergente #2)
Convergente (Divergente #3)
Quatro - Histórias da Série Divergente

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Passatempo: "A Última Estrela"

Em parceria com a Editorial Presença, o blogue Uma Biblioteca em Construção apresenta um novo passatempo! Em sorteio está um exemplar A Última Estrela, livro que encerra a trilogia "A 5ª Vaga", de Rick Yancey.



Para se habilitarem a ganhar este livro, apenas precisam de:

- Responder a todas as questões colocadas no formulário (podem encontrar as respostas aqui);
- Seguir o blogue e/ou fazer gosto na página de Facebook do blogue, aqui;
- Só participar uma vez (caso tal não se confirme a participação será anulada);
 - O passatempo termina no dia 26 de Fevereiro às 23h59. Não serão aceites participações após essa data.

Agora é só participar!





Notas:
- Este passatempo é realizado em parceria com a Editorial Presença;
- O vencedor será escolhido aleatoriamente entre as participações válidas através do site random.org;
- Como participação válida entende-se: existir apenas uma por participante com todos os dados do questionário respondidos correctamente;
- O vencedor será contactado por e-mail e anunciado no blogue;
- Este passatempo é válido para Portugal continental e ilhas;
- O blogue não se responsabiliza pelo possível extravio do livro nos correios.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Novidade da Suma de Letras para Abril

A Rapariga de Antes, de J.P. Delaney
Sinopse: «Por favor, faça uma lista de todos os bens que considera essenciais na sua vida.»
 O pedido parece estranho, até intrusivo. É a primeira pergunta de um questionário de candidatura a uma casa perfeita, a casa dos sonhos de qualquer um, acessível a muito poucos. Para as duas mulheres que respondem ao questionário, as consequências são devastadoras.
EMMA: A tentar recuperar do final traumático de um relacionamento, Emma procura um novo lugar para viver. Mas nenhum dos apartamentos que vê é acessível ou suficientemente seguro. Até que conhece a casa que fica no n.º 1 de Folgate Street. É uma obra-prima da arquitectura: desenho minimalista, pedra clara, muita luz e tectos altos. Mas existem regras. O arquitecto que projectou a casa mantém o controlo total sobre os inquilinos: não são permitidos livros, almofadas, fotografias ou objectos pessoais de qualquer tipo. O espaço está destinado a transformar o seu ocupante, e é precisamente o que faz… 
 JANE:Depois de uma tragédia pessoal, Jane precisa de um novo começo. Quando encontra o n.º 1 de Folgate Street, é instantaneamente atraída para o espaço —e para o seu sedutor, mas distante e enigmático, criador. É uma casa espectacular. Elegante, minimalista. Tudo nela é bom gosto e serenidade. Exactamente o lugar que Jane procurava para começar do zero e ser feliz. Depois de se mudar, Jane sabe da morte inesperada do inquilino anterior, uma mulher semelhante a Jane em idade e aparência. Enquanto tenta descobrir o que realmente aconteceu, Jane repete involuntariamente os mesmos padrões, faz as mesmas escolhas e experimenta o mesmo terror que A Rapariga de Antes.

Disponível a partir de dia 5 de Abril!


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Novidades da Marcador para Fevereiro

Em Fuga, de Peter May
Sinopse: Em 1965, cinco amigos, todos adolescentes, cansados da rotina e temerosos de uma vida previsível, fogem de Glasgow com destino a Londres e o sonho de serem estrelas e de transformar a sua banda de música num sucesso.
No entanto, antes do final do primeiro ano, três deles regressam á sua cidade natal na Escócia - e voltam diferentes, danificados, sem que ninguém perceba a razão para tal.
Cinquenta anos mais tarde, em 2015, um brutal homicídio na capital inglesa obriga esses três homens, agora com quase 70 anos, a regressar a Londres e a confrontar, por fim, a mancha escura do seu passado da qual tentaram fugir durante toda a vida.



Voo Fantasma, de Bear Grylls
Sinopse: Uma mãe e um filho raptados de forma selvagem numa montanha cercada pela neve. Um soldado leal, torturado e executado num lugar remoto da Escócia.
Um avião perdido, finalmente descoberto no coração da selva amazónica, que esconde um segredo perigoso que poderá libertar o mal na Terra.
Uma corrida desesperada para vencer uma conspiração assustadora nascida nos dias mais negros da Alemanha nazi.
E há algo que une tudo isto. Só um homem pode desvendar o segredo. Will Jaeger. O Caçador.
Um pouco de Jason Bourne com um pouco de Indiana Jones - um thriller de estreia para nos tirar o fôlego.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Novidade da Editorial Presença para Fevereiro

A Última Estrela, de Rick Yancey
Sinopse: O inimigo já não é o mesmo. O inimigo somos nós. Eles estão entre nós, eles estão sobre nós, eles não estão em lado nenhum. Querem a Terra, mas querem que seja nossa. Vieram para nos dizimar, mas querem salvar-nos. Porém, sob estes enigmas esconde-se uma verdade: Cassie foi traída. E também o foram. Ringer. Zombie. Nugget. E todos os sete mil milhões e meio de pessoas que viviam no nosso planeta. Primeiro traídos pelos Outros e depois por nós próprios. Nestes últimos dias, os sobreviventes terão de decidir o que é mais importante: salvar-se… ou salvar o que nos torna humanos.

Disponível a partir de dia 15.


Opinião: Anna e o Homem Andorinha

Título Original: Anna and the Swallow Man (2017)
Autor: Gavriel Savit
Tradução: Ester Cortegano
ISBN: 9789896651909
Editora: Suma de Letras (2017)

Sinopse: 

Cracóvia, 1939. Um milhão de soldados marcham e mil cães ladram. Este não é um lugar para crescer.
Anna tem apenas sete anos no dia em que o alemães levaram o seu pai, professor de Linguística, durante a purga de intelectuais na Polónia. Está sozinha quando encontra o Homem-Andorinha, um astuto trapaceiro, alto e estranho, com mais de um ás na manga; um impostor que consegue até que os soldados com quem se cruza só vejam aquilo que ele quer que vejam.

O Homem-Andorinha não é o pai de Anna - ela sabe-o bem -, mas também sabe que, como o seu pai, está em perigo e, tambémc omo o seu pai, tem o dom das línguas: fala russo, polaco, alemão iídiche e a linguagem dos pássaros. Quando o misterioso indivíduo consegue que uma bela andorinha lhe pouse na mão para que Anna deixe de chorar, a menina fica encantada. E decide segui-lo até onde ele for.
Ao longo da viagem, Anna e o Homem-Andorinha escaparão a bombas e a soldados e também farão amigos. Mas, num mundo louco, tudo pode ser um perigo. Também o Homem-Andorinha.

Opinião:

Anna e o Homem Andorinha é um livro que não me larga. Já terminei a leitura, mas não consigo afastar-me da história. A trama agarrou-me desde o início e só descansei quando cheguei à última página. A leitura foi feita com a sensação de perigo iminente, mas também com o assombro de observar uma guerra tão terrível através dos olhos ingénuos e doces de uma criança.

Gavriel Savit oferece-nos uma nova perspectiva sobre a invasão da Polónia, acontecimento que deu origem à II Guerra Mundial. A protagonista da trama é Anna, uma menina que, numa fase inicial, tem sete anos. Nesta fase da vida, não é fácil entender o motivo de tudo estar a mudar, e torna-se quase impossível imaginar o perigo e ameaça que se vive. É apenas quando o pai de Anna desaparece que ela percebe que o mundo está realmente a mudar. As pessoas já não são as mesmas, ninguém dá a mão a uma menina perdida. Ninguém a não ser o Homem Andorinha.

Com o encontro destas duas figuras, inicia-se então uma grande aventura. Anna e o Homem Andorinha viajam sem parar por uma terra devastada e insegura. As tácticas de sobrevivência utilizadas impressionam, mas o que mais marca o leitor é a capacidade de Gavriel Savit expor situações, emoções e eventos sem realmente os descrever. O leitor consegue entender todo o terror que está a ser vivido, mesmo quando os olhos da criança que observa se prendem com pormenores que facilmente poderiam passar despercebidos.

É curioso ver que, ao início, Anna é uma menina que sente necessidade de correr atrás de alguém, de se sentir protegida por um adulto. Tudo o que o eu guardião faz parece mágico, tanto que este homem é observado com um misto de fascínio, medo e respeito. Para o leitor, ele é um homem comum, mas para a criança é um ser extraordinário. Contudo, é curioso verificar que estas percepções trocam de lugar a partir do momento em que Anna deixa a infância.

Durante o desenrolar da trama, Anna revela-se uma personagem em evolução. Mais do que contar uma série de eventos, parece que o objetivo do autor é mesmo mostrar o que acontece a uma criança que passa por estas situações. Como uma criança sobrevive a uma tragédia e se torna numa mulher. Como heróis fantásticos se revelam humanos. Como os monstros podemos ser nós. Como não faz sentido castigar o outro pela diferença. Como podemos ser capazes do pior. Como podemos ser capazes do melhor.

Acredito que ainda vou ficar mais algum tempo a refletir sobre esta obra. Anna e o Homem Andorinha foi um daqueles livros inesperados, que me surgiram nas mãos sem esperar, que me disseram mais do que estava à espera. É uma leitura que consegue transmitir beleza e, ao mesmo tempo recordar um horror que preferimos esquecer que existiu. Recomendo.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Novidades da TopSeller para Fevereiro

O Anjo da Morte, de M. J. Arlidge
Sinopse: Uma cela fechada. Um corpo escrupulosamente mutilado jaz no seu inteior...
Helen Grace, até aqui considerada a melhor detetive do país, é acusada de homicídio e aguarda julgamento na prisão de Holloway. Odiada pelas restantes prisioneiras e maltratada pelos guardas, Helen tem de enfrentar sozinha este pesadelo. Tudo o que deseja é conseguir provar a sua inocência. Mas, quando um corpo aparece diligentemente mutilado numa cela fechada, essa revela ser, afinal, a menor das suas preocupações.
Os macabros crimes sucedem-se em Holloway e o perigo espreita em cada cela ou corredor sombrio. Helen não pode fugir nem esconder-se por atrás do distintivo.
Precisa agora de ser rápida a encontrar o implacável serial killer… se não quiser tornar-se a sua próxima vítima.



A Submissão de Lily, de Monica Murphy
Sinopse: Qual é a grande obsessão de Lily Fowler?
Cresci com as acusações de ser a mais irresponsável de todas as irmãs, de ser uma tresloucada que garante capas de revistas escabrosas e envergonha toda a família, de ser aquela mulher fogosa e sensual com que nenhum homem quer casar.
A verdade é que me limito a viver cada dia como se fosse o último, procurando respeitar o nome Fowler, mas não deixando de aproveitar a vida. Sou jovem, bonita, poderosa, tenho todo o direito a ser feliz. Se me falta encontrar o amor que as minhas irmãs Violet e Rose encontraram? Talvez, mas não o procuro.
E, certamente, não esperava que a minha viagem ao Havai mudasse tudo. Max Coleman não é apenas um deus do sexo, como nunca conheci antes, ele é um homem-mistério. É a maior obsessão que já tive, com ele perco o controlo.
O amor não respeita regras e mesmo a mulher mais independente pode ser descontroladamente submissa quando apaixonada.



O Dia em que te Conheci, de Rowan Coleman
Sinopse: Quando a memória já não consegue guardar o amor… o que nos resta?
Um marido encantador, duas filhas lindas, um trabalho de que gosta — Claire Armstrong parece ter tudo, até que lhe é diagnosticada a doença de Alzheimer. Todos os que a rodeiam têm de aprender a lidar com uma nova Claire, enquanto tentam habituar-se ao desaparecimento da mulher que amam.
Através de um livro de memórias, que vão construindo em família, recolhem as peças de uma vida que não estão preparados para deixar desaparecer. Até que a relação que surge de um encontro casual com um homem misterioso leva Claire a interrogar-se sobre o futuro do seu casamento e da sua família.
Com Claire incapaz de fazer o seu casamento resultar, de tomar conta das filhas, ou sequer de garantir a sua própria segurança, os desafios são imensos. Será que a família vai resistir às notícias que a filha mais velha tem para contar e à intromissão do misterioso homem na vida familiar?



Romance ao Anoitecer, de Tessa Dare
Sinopse: Spindle Cove é uma pacata vila onde jovens senhoras convivem e procuram manter a sua reputação intacta.
Após anos a levar uma vida solitária, a órfã Kate Taylor encontrou acolhimento e amizade em Spindle Cove, onde dá lições de música e frequenta a classe mais privilegiada da vila. Mas Kate anseia por algo mais, por conhecer o verdadeiro amor.
Até que revelações inesperadas ameaçam mudar o destino de uma donzela muito querida para todos.
Frio como o gelo, porém incrivelmente bonito, o cabo Thorne é o exemplo perfeito do tipo de homem que Kate deveria evitar. Mas o destino parece não concordar com ela. Entretanto, um grupo de misteriosos desconhecidos chega a Spindle Cove para revelar a Kate as suas verdadeiras origens. É então que, para surpresa geral, Thorne se apresenta como seu noivo.
A não ser que o anoitecer se encarregue de alterar o rumo dos seus passos.
Ele afirma que nada sente, além do dever de a proteger. Mas Kate está longe de acreditar nisso… E para Thorne conseguir convencê-la terá que manter as mãos longe do seu corpo tentador e escudar o coração daquele sorriso deslumbrante. Conseguirá este guerreiro vencer a sua derradeira batalha? Ou render-se-á ao desafio de amar pela primeira vez?



Conta-me Três Coisas, de Jules Buxbaum
Sinopse: E se a pessoa de que mais precisas for alguém que não conheces?
Passaram apenas dois anos desde a morte da sua mãe e o seu pai volta a casar-se com uma mulher que conheceu online. Jessie é então forçada a mudar-se para a outra ponta do país, para morar com a madrasta e o seu pretensioso filho adolescente, aparentemente passado da cabeça.
Para Jessie tudo parece errado: sente-se uma estranha naquela casa enorme e fria, tem saudades da sua melhor (e única) amiga. A escola é uma selva autêntica, onde é vítima de bullying. Mas é então que recebe um e-mail de alguém que não conhece, nem se quer deixar conhecer, disponibilizando-lhe apenas a sua amizade virtual.
O que Jessie não espera é que será este e-mail a mudar a sua vida para sempre.
Esta é uma história memorável, que não deixa ninguém indiferente. Um misto de comédia e tragédia, amor e perda, dor e alegria.

Disponíveis a partir de dia 20.