Título Original: Adivina Quién Soy (2014)
Autor: Megan Maxwell
Tradução: Cristina Silva
ISBN: 9789896575953
Editora: Planeta (2015)
Sinopse:
Yanira muda-se para Barcelona e começa a trabalhar como camareira num cruzeiro de férias. No navio também está Dylan, um atraente empregado da secção de manutenção que quase nem lhe liga. O que ela não sabe é que ele a observa mais do que pensa e, apesar dos mal-entendidos que surgem entre eles, a atracção que sentem fá-los-á encontrarem-se e partilhar um sem-fim de jogos mórbidos, divertidos e sensuais.
Opinião:
Megan Maxwell é um nome conhecido entre os fãs de literatura erótica. Adivinha Quem Sou é o seu mais recente livro lançado em Portugal e o início de uma saga que promete fazer as delícias quem ficou rendido ao estilo da autora. Para quem vai agora conhecer Maxwell fica um aviso: as suas histórias são sempre divertidas, têm mulheres de personalidade forte e são muito quentes. E este livro não foge à regra!
Yanira, a protagonista desta trama, faz recordar Judith e Melanie. Isto acontece porque se trata de uma mulher com um feitio especial, dona de um grande coração sempre pronta para a diversão e que se entrega totalmente à paixão. Estas características, por um lado, são agradáveis porque já são marca de Megan Maxwell e não causam estranheza, mas por outro fica a sensação de repetição. O que mais gostei em Yanira foi o facto de sentir que se trata de alguém cheio de vida, apesar de ser apenas uma personagem de ficção. Contudo, a forma como se adapta ao que lhe acontece, faz com que perca algum do seu encanto e perca aquilo que a distingue.
O homem que rouba as atenções a Yanira é Dylan. As descrições desta personagem são sempre feitas do ponto de vista da protagonista e mostram bem o que a atraí nele. Como tal, Dylan acaba por nos ser apresentado como um verdadeiro deus grego misterioso. Ao início, e tal como Yanira, queremos descobrir quem é este homem e que segredos esconde. Gostei do facto de ele ser um trabalhador comum, já que o habitual neste tipo de leitura é a heroína cair de amores por um homem poderoso. Contudo, quando Dylan desvenda os seus segredos, para mim houve uma certa desilusão e também ele perdeu o encanto.
O envolvimento de Yanira com Dylan é feito de forma gradual. Como tal, isto levamos a uma leitura rápida, pois as picardias e desentendimentos entre os dois são bastante divertidos. A forma como eles se aproximam está bem construída, uma vez que nos dá a entender a evolução dos sentimentos e emoções. Também gostei de a autora explorar os problemas que surgem dentro de uma relação, uma vez que nos mostram que mesmo quando os sentimentos são mútuos é preciso lutar para que tudo funcione de forma saudável e equilibrada.
A narrativa pode ser dividida em três fases. Inicialmente acompanhamos Yanira na sua vida em Tenerife, local onde sempre viveu, depois vemos a protagonista a começar a trabalhar num cruzeiro para logo de seguida acompanharmos o que vem após essa experiência. Vendo numa perspectiva geral, este encadeamento faz sentido, mas enquanto estava a ler, perguntei-me se não estava a ler três tramas diferentes. Gostaria de ter visto mais fluidez entre a ligação entre cada uma destas partes. Para além disso, interroguei-me sobre a necessidade de alguns temas que foram abordados inicialmente para o desenrolar da narrativa.
A conclusão apresentada pela autora deixa a trama em aberto. E se por um lado isso nos dá vontade de ler o próximo volume para perceber o que realmente aconteceu a todas as suas implicações, por outro deixa-nos com a sensação de que terminamos um livro mas a história ficou incompleta. Não é o meu método favorito de encerrar um livro, mas percebo qual é a intenção.
Adivinha Quem Sou é um livro com altos e baixos. Apesar de, no meu ponto de vista, possuir algumas falhas, a verdade é que não deixa de ser uma leitura leve, divertida e despreocupada. As expressões utilizadas, as situações caricatas, os temperamentos fortes, o calor e a música que se fazem sentir a cada capítulo conseguem alegrar e fazer com que a última página chegue rapidamente.
Outras opiniões a livros de Megan Maxwell:
Pede-me o Que Quiseres (#1)
Pede-me o Que Quiseres Agora e Sempre (#2)
Surpreende-me
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Novidade da 1001 Mundos para Janeiro
Redenção Maravilhosa, de Kami Garcia e Margaret Stohl
Sinopse: Ethan Wate passou a maior parte da vida a desejar fugir da sufocante pequena cidade de Gatlin. Nunca pensou que iria conhecer a rapariga dos seus sonhos, Lena Duchannes, que lhe revelou um lado secreto, poderoso e amaldiçoado da cidade, escondido à vista de todos. E nunca teria esperado ser forçado a deixar para trás toda a gente e tudo aquilo que é importante. Então, quando Ethan acorda depois dos acontecimentos horripilantes de Caos Maravilhoso, tem apenas um objetivo: arranjar forma de voltar para Lena e para aqueles que ama.
Em Gatlin, Lena está a trabalhar para o regresso de Ethan, prometendo fazer o que for preciso - mesmo que isso signifique confiar em velhos inimigos ou arriscar a vida da família e dos amigos que Ethan abandonou para proteger.
Em mundos diferentes, Ethan e Lena devem voltar a trabalhar juntos para reescrever o seu destino neste final deslumbrante da série «Criaturas Maravilhosas».
Sinopse: Ethan Wate passou a maior parte da vida a desejar fugir da sufocante pequena cidade de Gatlin. Nunca pensou que iria conhecer a rapariga dos seus sonhos, Lena Duchannes, que lhe revelou um lado secreto, poderoso e amaldiçoado da cidade, escondido à vista de todos. E nunca teria esperado ser forçado a deixar para trás toda a gente e tudo aquilo que é importante. Então, quando Ethan acorda depois dos acontecimentos horripilantes de Caos Maravilhoso, tem apenas um objetivo: arranjar forma de voltar para Lena e para aqueles que ama.
Em Gatlin, Lena está a trabalhar para o regresso de Ethan, prometendo fazer o que for preciso - mesmo que isso signifique confiar em velhos inimigos ou arriscar a vida da família e dos amigos que Ethan abandonou para proteger.
Em mundos diferentes, Ethan e Lena devem voltar a trabalhar juntos para reescrever o seu destino neste final deslumbrante da série «Criaturas Maravilhosas».
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Novidade da Saída de Emergência para Março
Redimida, de P. C. Cast e Kristin Cast
Sinopse: Zoey Rebdird está em perigo. Isolada dos seus amigos, a jovem está determinada a encarar o castigo que merece – mesmo que tal signifique que o seu corpo rejeite a mudança e comece a definhar. Só o amor dos que lhe são próximos poderão salvá-la do vazio do seu espírito, mas um mal terrível emerge das sombras, mais poderoso que nunca…
Neferet fez-se finalmente conhecer perante os mortais, coroandose de Deusa Negra e preparando-se para escravizar todo o mundo. Os vampyros da Casa da Noite trabalham com a polícia reagrupando os recursos que possuem, mas nada parece suficiente para vencer Neferet – a não ser que o vampyro que manipule os elementos possua também o dom de manusear Magia Antiga. Somente Zoey Redbird é herdeira de tal poder… mas devido às consequências de ter usado
Magia Antiga no passado, Zoey não pode ajudar ninguém. Neste último romance da série Casa da Noite terá lugar a batalha épica entre a Luz e a Escuridão – a batalha que definirá quem será redimido… ou quem ficará perdido para sempre.
Sinopse: Zoey Rebdird está em perigo. Isolada dos seus amigos, a jovem está determinada a encarar o castigo que merece – mesmo que tal signifique que o seu corpo rejeite a mudança e comece a definhar. Só o amor dos que lhe são próximos poderão salvá-la do vazio do seu espírito, mas um mal terrível emerge das sombras, mais poderoso que nunca…
Neferet fez-se finalmente conhecer perante os mortais, coroandose de Deusa Negra e preparando-se para escravizar todo o mundo. Os vampyros da Casa da Noite trabalham com a polícia reagrupando os recursos que possuem, mas nada parece suficiente para vencer Neferet – a não ser que o vampyro que manipule os elementos possua também o dom de manusear Magia Antiga. Somente Zoey Redbird é herdeira de tal poder… mas devido às consequências de ter usado
Magia Antiga no passado, Zoey não pode ajudar ninguém. Neste último romance da série Casa da Noite terá lugar a batalha épica entre a Luz e a Escuridão – a batalha que definirá quem será redimido… ou quem ficará perdido para sempre.
Opinião: Merlin - Os Anos Perdidos (Merlin #1)
Título Original: Merlin - The Lost Years (1996)
Autor: T. A. Barron
Tradução: Rita Figueiredo
ISBN: 9789722354493
Editora: Editorial Presença (2015)
Sinopse:
Antes de ser Merlin, ele era apenas um menino, sem terra, sem memória, sem nome. Um mar tempestuoso lançara-o para as costas escarpadas do país de Gales, juntamente com uma mulher de extraordinária beleza que dizia ser sua mãe. Cinco anos mais tarde, estão a viver juntos numa aldeia, mas o rapaz sonha descobrir a verdade sobre si próprio e sobre os seus estranhos poderes, e parte em busca das suas origens. Chega a uma ilha, Fincarya, que se assemelha ao paraíso na Terra, mas rapidamente se apercebe de que uma entidade maléfica, em conluio com o rei da ilha, Stangmar, ameaça destruí-la. Sem saber que Fincarya é a sua terra e Stangmar seu pai, o jovem empenha-se na salvação da ilha e do seu povo e, com a ajuda de um grupo de novos amigos – um pequeno falcão; Rhia, uma rapariga que fala com as árvores; e Shim, um gigante que tem o tamanho de um anão -, tenta entrar no castelo rodopiante do rei, enfrentando perigos inimagináveis. Aventura, tesouros, criaturas mirabolantes, florestas frondosas, castelos em ruínas e muita magia num épico fantástico que nos revela os anos de juventude daquele que estava destinado a ser o maior mago de todos os tempos –Merlin!
Opinião:
Merlin é uma figura incontornável do nosso imaginário. O feiticeiro das lendas do Rei Artur sempre foi objecto de interesse por escritores, historiadores ou sonhadores, o que faz com que exista um vasto leque de ideias sobre a sua vida, feitos e até mesmo existência. T. A. Barron conta, numa nota inicial deste livro, que sente um grande fascínio por Merlin. Contudo o autor reparou que os relatos acerca da infância do feiticeiro eram escassos, quase inexistentes, o que o levou a querer explorar esse lado. O resultado é Merlin - Os Anos Perdidos, o primeiro volume de uma saga que se debruça sobre os primeiros anos de vida desta figura.
Este é um livro destinado a um público mais jovem, mas, graças a uma trama apelativa, personagens genuínas e seres impressionantes, também consegue agarrar os leitores mais experientes. A primeira ideia com que se fica ao pegar nesta leitura é a de que há um grande mistério por resolver. A identidade e origem do jovem protagonista é um assunto constante ao longo destas páginas. E se é verdade que nós, leitores, sabemos mais do que o jovem rapaz, também é verdade que o interesse sobre a resolução destas questões aumenta com o decorrer da leitura.
O protagonista é um rapaz novo que nos cativa primeiro pelas grandes dificuldades que vive. As suas inseguranças, questões e até mesmo necessidade de pertença a um grupo podem levar facilmente à identificação pelo leitor. Mais tarde, ficamos também impressionados pela sua coragem, pela forma como ultrapassa dificuldades tão grandes, pelo modo que reprimi uma parte de si pela protecção do próximo ou pela sua devoção a outras figuras. Percebe-se que é uma personagem em construção e com muito espaço para evoluir.
Quanto a outras figuras que me tenham cativado, destaco Branwen pela sua devoção e sofrimento silencioso, Rhia por transmitir pureza e uma sabedoria incomum e Shim pelos momentos divertidos que proporciona. O grande vilão desta trama não se mostra completamente, mas ainda assim revela ser um forte e temível oponente. A manipulação, engano e corrupção parecem ser as suas maiores armas, o que acaba por colocar a dúvida sobre onde está o grande mal.
O desenrolar da trama é feito com rapidez. Não existe tempo para grandes paragens e os percalços são ultrapassados imediatamente, o que transmite a ideia de que os obstáculos são fáceis de superar. A resolução final está dentro do que era esperado, e até mesmo algumas revelações já tinham sido adivinhadas em páginas anteriores, o que retira o efeito surpresa pretendido. Assim sendo, esta não é uma obra que faça o leitor mais experiente puxar pela cabeça ou sentir surpreendido, acabando sim por ser uma leitura leve e divertida.
Os muitos seres que surgem na mítica ilha Fincayra estimulam a imaginação e a sua apresentação é sempre curiosa. Contudo, existe pouco aprofundamento sobre quem eles são e nós ficamos apenas com uma ideia superficial quando desejamos algo mais complexo. Devo ainda acrescentar que gostei muito do mapa da ilha devido às notas sugestivas que apresenta.
Este é o primeiro livro de uma saga que conta com cinco volumes. Contudo, ao ler o primeiro, reparei que o autor preocupou-se em fechar alguns dos aspectos principais da trama. É verdade que fica muito em aberto, mas percebe-se que cada livro será uma aventura individual e, por isso, ler um volume poderá não implicar ler os outros, o que é bom para o leitor que quer experimentar ou para os fãs que querem seguir a trama sem sentir que existem grandes interrupções entre livros.
Merlin- Os Anos Perdidos, é um livro que nos dá uma versão bonita sobre a juventude do grande feiticeiro. É uma verdadeira história de autoconhecimento, que nos tenta explicar as origens de uma das figuras mais complexas e misteriosas do nosso imaginário, mitologia ou história. Uma leitura que estimula a imaginação e que abre a vontade para continuar a acompanhar Merlin nos seus anos de infância e juventude.
Para mais informações sobre Merlin - Os Anos Perdidos, consultem o site da Editorial Presença, aqui.
Está a decorrer no blogue um passatempo com sorteio de um exemplar deste livro. Participem aqui!
Autor: T. A. Barron
Tradução: Rita Figueiredo
ISBN: 9789722354493
Editora: Editorial Presença (2015)
Sinopse:
Antes de ser Merlin, ele era apenas um menino, sem terra, sem memória, sem nome. Um mar tempestuoso lançara-o para as costas escarpadas do país de Gales, juntamente com uma mulher de extraordinária beleza que dizia ser sua mãe. Cinco anos mais tarde, estão a viver juntos numa aldeia, mas o rapaz sonha descobrir a verdade sobre si próprio e sobre os seus estranhos poderes, e parte em busca das suas origens. Chega a uma ilha, Fincarya, que se assemelha ao paraíso na Terra, mas rapidamente se apercebe de que uma entidade maléfica, em conluio com o rei da ilha, Stangmar, ameaça destruí-la. Sem saber que Fincarya é a sua terra e Stangmar seu pai, o jovem empenha-se na salvação da ilha e do seu povo e, com a ajuda de um grupo de novos amigos – um pequeno falcão; Rhia, uma rapariga que fala com as árvores; e Shim, um gigante que tem o tamanho de um anão -, tenta entrar no castelo rodopiante do rei, enfrentando perigos inimagináveis. Aventura, tesouros, criaturas mirabolantes, florestas frondosas, castelos em ruínas e muita magia num épico fantástico que nos revela os anos de juventude daquele que estava destinado a ser o maior mago de todos os tempos –Merlin!
Opinião:
Merlin é uma figura incontornável do nosso imaginário. O feiticeiro das lendas do Rei Artur sempre foi objecto de interesse por escritores, historiadores ou sonhadores, o que faz com que exista um vasto leque de ideias sobre a sua vida, feitos e até mesmo existência. T. A. Barron conta, numa nota inicial deste livro, que sente um grande fascínio por Merlin. Contudo o autor reparou que os relatos acerca da infância do feiticeiro eram escassos, quase inexistentes, o que o levou a querer explorar esse lado. O resultado é Merlin - Os Anos Perdidos, o primeiro volume de uma saga que se debruça sobre os primeiros anos de vida desta figura.
Este é um livro destinado a um público mais jovem, mas, graças a uma trama apelativa, personagens genuínas e seres impressionantes, também consegue agarrar os leitores mais experientes. A primeira ideia com que se fica ao pegar nesta leitura é a de que há um grande mistério por resolver. A identidade e origem do jovem protagonista é um assunto constante ao longo destas páginas. E se é verdade que nós, leitores, sabemos mais do que o jovem rapaz, também é verdade que o interesse sobre a resolução destas questões aumenta com o decorrer da leitura.
O protagonista é um rapaz novo que nos cativa primeiro pelas grandes dificuldades que vive. As suas inseguranças, questões e até mesmo necessidade de pertença a um grupo podem levar facilmente à identificação pelo leitor. Mais tarde, ficamos também impressionados pela sua coragem, pela forma como ultrapassa dificuldades tão grandes, pelo modo que reprimi uma parte de si pela protecção do próximo ou pela sua devoção a outras figuras. Percebe-se que é uma personagem em construção e com muito espaço para evoluir.
Quanto a outras figuras que me tenham cativado, destaco Branwen pela sua devoção e sofrimento silencioso, Rhia por transmitir pureza e uma sabedoria incomum e Shim pelos momentos divertidos que proporciona. O grande vilão desta trama não se mostra completamente, mas ainda assim revela ser um forte e temível oponente. A manipulação, engano e corrupção parecem ser as suas maiores armas, o que acaba por colocar a dúvida sobre onde está o grande mal.
O desenrolar da trama é feito com rapidez. Não existe tempo para grandes paragens e os percalços são ultrapassados imediatamente, o que transmite a ideia de que os obstáculos são fáceis de superar. A resolução final está dentro do que era esperado, e até mesmo algumas revelações já tinham sido adivinhadas em páginas anteriores, o que retira o efeito surpresa pretendido. Assim sendo, esta não é uma obra que faça o leitor mais experiente puxar pela cabeça ou sentir surpreendido, acabando sim por ser uma leitura leve e divertida.
Os muitos seres que surgem na mítica ilha Fincayra estimulam a imaginação e a sua apresentação é sempre curiosa. Contudo, existe pouco aprofundamento sobre quem eles são e nós ficamos apenas com uma ideia superficial quando desejamos algo mais complexo. Devo ainda acrescentar que gostei muito do mapa da ilha devido às notas sugestivas que apresenta.
Este é o primeiro livro de uma saga que conta com cinco volumes. Contudo, ao ler o primeiro, reparei que o autor preocupou-se em fechar alguns dos aspectos principais da trama. É verdade que fica muito em aberto, mas percebe-se que cada livro será uma aventura individual e, por isso, ler um volume poderá não implicar ler os outros, o que é bom para o leitor que quer experimentar ou para os fãs que querem seguir a trama sem sentir que existem grandes interrupções entre livros.
Merlin- Os Anos Perdidos, é um livro que nos dá uma versão bonita sobre a juventude do grande feiticeiro. É uma verdadeira história de autoconhecimento, que nos tenta explicar as origens de uma das figuras mais complexas e misteriosas do nosso imaginário, mitologia ou história. Uma leitura que estimula a imaginação e que abre a vontade para continuar a acompanhar Merlin nos seus anos de infância e juventude.
Para mais informações sobre Merlin - Os Anos Perdidos, consultem o site da Editorial Presença, aqui.
Está a decorrer no blogue um passatempo com sorteio de um exemplar deste livro. Participem aqui!
Novidade da TopSeller para Janeiro
A Cada Dia, de David Levithan
Sinopse: A cada dia um novo corpo. A cada dia uma nova vida. A cada dia o mesmo amor pela mesma rapariga.A cada dia, A acorda no corpo de uma pessoa diferente. Nunca sabe quem será nem onde estará. Já se conformou com a sua sorte e criou regras para a sua vida: Nunca se apegar muito. Evitar ser notado. Não interferir.
Tudo corre bem até que A acorda no corpo de Justin e conhece Rhiannon, a namorada de Justin. A partir desse momento, as regras de vida de A não mais se aplicam. Porque, finalmente, A encontrou alguém com quem quer estar a cada dia, todos os dias.
Sinopse: A cada dia um novo corpo. A cada dia uma nova vida. A cada dia o mesmo amor pela mesma rapariga.A cada dia, A acorda no corpo de uma pessoa diferente. Nunca sabe quem será nem onde estará. Já se conformou com a sua sorte e criou regras para a sua vida: Nunca se apegar muito. Evitar ser notado. Não interferir.
Tudo corre bem até que A acorda no corpo de Justin e conhece Rhiannon, a namorada de Justin. A partir desse momento, as regras de vida de A não mais se aplicam. Porque, finalmente, A encontrou alguém com quem quer estar a cada dia, todos os dias.
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