sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Hoje chegou a minha casa...

... o livro Pede-me o Que Quiseres, de Megan Maxweel, com um mimo!


Não só fiquei feliz por saber que a Planeta me iria disponibilizar este exemplar como ainda foi agradavelmente surpreendida por uma flor azul quando abri o envelope. Um mimo que me fez sorrir (afinal, qual é a mulher que não gosta de flores?) e que pareceu um gesto muito bonito da editora. Muito obrigada Planeta!

Novidade da Bertrand Editora para novembro

A Cúpula - Livro I, de Stephen King

Sinopse: Num bonito dia de outono, um dia perfeitamente normal, uma pequena cidade é súbita e inexplicavelmente isolada do resto do mundo por uma força invisível. Quando chocam contra ela, os aviões despenham-se, os carros explodem, as pessoas ficam feridas. As famílias são separadas e o pânico instala-se. Ninguém consegue compreender que barreira é aquela, de onde vem ou quando (se é que algum dia) desaparecerá.
Agora, um grupo de cidadãos intrépidos, liderado por um veterano da guerra do Iraque, toma as rédeas do poder no interior da cúpula. Mas o seu principal inimigo é a própria redoma. E o tempo está a esgotar-se…



Vendas de livros voltam a cair



Segundo os dados da GfK Portugal, nos primeiros nove meses de 2013 foram comprados menos 470 mil livros do que no mesmo período de 2012, o que se reflecte numa queda de 5%. Já as editoras facturaram cerca de 97 milhões de euros, apresentando uma quebra de 1%.

As quedas das vendas são superiores à baixa da facturação uma vez que, em média, cada livro foi comprado a um preço superior ao do ano passado. Estes dados excluem os livros escolares.

Opinião: O Silo (Série O Silo #1)

Título Original: Wool (2012)
Autor: Hugh Howey
Tradução: Alberto Gomes
ISBN: 9789722351409
Editora: Editorial Presença (2013)

Sinopse:

Num mundo pós-apocalíptico, encontramos uma comunidade que tenta sobreviver num gigantesco silo subterrâneo com centenas de níveis, onde milhares de pessoas vivem numa sociedade completamente estratificada e rígida, e onde falar do mundo exterior constitui crime. As únicas imagens do que existe lá fora são captadas de forma difusa por câmaras de vigilância que deixam passar um pouco de luz natural para o interior do silo. Contudo há sempre aqueles que se questionam... Esses são enviados para o exterior com a missão de limpar as câmaras. O único problema é que os engenheiros ainda não encontraram maneira de garantir que essas pessoas regressem vivas. Ou, pelo menos, assim se julga...

Opinião:

O Silo é um livro que, sem dúvida, marca a diferença. Apesar de surgir numa altura em que as histórias pós-apocaliticas estão bastante em voga, este livro que marca o início de uma série de autoria de Hugh Howey apresenta um conceito e uma exposição da trama distinta.

É possível dividir a trama deste volume em três fases. Numa primeira fase, é possível acompanhar directamente o xerife Holston, homem atormentado pela perda prematura da mulher. Através do intercalar de momentos presentes e passados, o leitor entre nesta nova sociedade, percebe, apesar de uma forma superficial, o seu funcionamento e depara-se com um cruel castigo que é imposto a todos os que expressam a sua vontade de saber mais ou que questionam a autoridade imposta. Logo aqui percebe-se que se está perante uma realidade autoritária, apesar de quer fazer parecer ser democrática.

Numa segunda fase, o leitor acompanha a Governadora Jahns, uma mulher idosa que transporta por uma viagem que expõe a verdadeira dimensão e funcionamento do Silo. Aqui, percebe-se a preocupação do autor em criar uma sociedade sustentável e hierarquizada. Apesar de estas duas fases estarem bem conseguidas e de servirem o seu propósito, a verdade é que acabam por não agarrar completamente o leitor. Afinal, ambas parecem não ter uma continuidade, o que faz com que não haja um seguimento lógico e uma desencadear de acontecimentos mais consistente.

Com o iniciar da terceira fase, surge a sensação de que os sentimentos que surgiram nas duas anteriores se vão repetir, mas felizmente tal não acontece. Juliette, mulher inteligente, perspicaz e trabalhadora, torna-se a personagem central e rapidamente cativa. É também com interesse que se entra nos pisos dos mecânicos e se assiste às rivalidades entre actividades. Através de Juliette começa-se ainda a perceber melhor alguns do segredos do Silo e a mensagem que surge na capa depressa começa a fazer sentido. A verdade pode mesmo matar.

Os segredos expostos acabam por corresponder a algumas das hipóteses formuladas ao longo da leitura e, por isso, não são propriamente surpreendentes. Contudo, à medida que são revelados, desencadeiam momentos de maior acção que não só entusiasmam a leitura como provocam significativas mudanças e ainda fazem o leitor pensar nas consequências de certos actos. Afinal, mesmo os feitos realizados tendo como objectivo a obtenção de melhorias podem culminar em algo pior do que aquilo que já existia.

Mais do que explorar este mundo pós-apocalitico ou de concentrar-se no desenrolar de acontecimentos, O Silo procura expor diversas dimensões das relações humanas. O autor consegue exibir com eficácia os valores e personalidades das suas personagens, fornecendo, desta forma, consistência às acções das mesmas. Até as atitudes de figuras que, a certo momento, podem ser consideradas como as vilãs da história acabam por ser compreendidas, quando as suas convicções são expostas. É interessante ver como o autor faz todas as suas personagens acreditarem que estão a lutar pelo bem comum, não existindo, por isso, uma ideia de bem e mal. Também é com curiosidade que se assiste ao desvendar da verdadeira natureza de cada uma destas figuras em momentos de maior tensão.

Mesmo a própria ideia da utilização de estruturas baseadas nos conhecidos silos é curiosa. O autor faz uma analogia entre a vida humana e as sementes, mostrando que aquele é um espaço que guarda vida. Contudo, o que acontece ao que é guardado durante demasiado tempo é de conhecimento geral e desvenda um pouco do que pode vir a acontecer a esta forma de escapar a um mundo inabitável.

O Silo pode não ser um livro no qual é fácil entrar, mas quando finalmente consegue envolver o leitor torna-se difícil de largar. Bem escrito e estruturado, promete ser o início de uma saga que trará muitas revelações e reflexões pertinentes.

Saiba mais sobre este livro no site da Editorial Presença, aqui.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Comprar o livro pela capa 50: Um Beijo na Escuridão

O livro Um Beijo na Escuridão, de Linda Howard, já apresentou duas capas, ambas pelas mãos das Edições Saída de Emergência.

A primeira versão portuguesa desta trama apareceu em 2008. Por ser uma história que tem como figura central uma mulher, optou-se em dar destaque a uma figura feminina. A imagem deixa antever sensualidade, mas não o lado policial da obra.


Em 2013 surge a versão de bolso deste livro. Assim sendo, optou-se para uma nova capa, onde a figura de mulher volta a estar em destaque e as rendas dão um toque de mistério e sedução.

Apresentadas as duas capas, é altura de escolher a que chama mais a atenção.

Qual a melhor capa?
  
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